Calendário de debates Frente a frente em directo na Dom Fuas FM e zonaTv, 21:00h

 

PSD - CDU CDS - PS CDU - PS  PSD - CDS  CDS - CDU  PS - PSD Final /  todos
14/9 16/9 18/9  21/9  23/9 25/9  2/10
31
Ago 09

in jornal O Portomosense

Renato Cruz afinal não é candidato pelo CDS-PP à autarquia de Porto de Mós, dizendo mesmo que nunca informou nenhuma entidade de que seria candidato. Em declarações à Dom Fuas Fm, Renato Cruz afirma que o seu nome não conta na lista que foi entregue ao tribunal e nem quis revelar quem é realmente o cabeça-de-lista. A decisão deve-se a questões pessoais e nada tem a ver com a polémica que se levantou no CDS-PP Porto de Mós, aquando da demissão da líder do partido Antonieta Mariano que disse que os elementos do CDS-PP tinham tomado atitudes das quais se queria demarcar. O caso surgiu por causa de um apartamento que, segundo a ex-líder, tinha sido apropriado indevidamente para funcionar como sede do CDS-PP. Renato Cruz afirma que "a situação foi mal interpretada" e que "havia um acordo verbal com o proprietário do apartamento, faltandpo apenas assinar papéis".

publicado por Portomosfera às 21:52

20
Ago 09

in jornal O Portomosense

“Experiência, conhecimento da realidade e obra feita” apresentados como trunfo

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“Nos últimos quatro anos, muito foi feito pelo desenvolvimento do concelho e pelo bem-estar da população, contudo, ainda muito está por fazer”. Esta é a convicção do actual presidente da Câmara Municipal e, segundo ele, o principal motivo que o levou a concorrer a um novo mandato.
Durante a apresentação dos candidatos do Partido Socialista de Porto de Mós às próximas autárquicas, João Salgueiro disse estar consciente de que dar continuidade ao projecto iniciado há quatro anos significa “mais trabalho e mais responsabilidades”, no entanto, afirmou-se “preparado para mais um mandato, para um novo desafio, com redobrada energia e motivação e, sobretudo com uma experiência adquirida de quatro anos à frente de um executivo camarário”.
“Quem me conhece sabe que com a minha capacidade de trabalho e de diálogo muito ainda tenho para dar ao meu concelho. Sabem da minha garra para fazer e de lutar para que Porto de Mós seja um exemplo a seguir”, afirmou.
Para o candidato socialista, Porto de Mós precisa de “alguém que já conhece o bom e o menos bom mas que tenha coragem e espírito de trabalho para melhorar o que está menos bom; que entenda o concelho e que, acima de tudo, entenda as necessidades de uma comunidade; que saiba o que é preciso fazer e que não tenha medo de arregaçar as mangas e trabalhar; de quem conhece; de quem prometeu obra e cumpriu”.
Salgueiro está convicto de que ele é esse “alguém” e não “uma pessoa que desconhece o trabalho que é necessário fazer, a realidade das coisas os compromissos assumidos em obras estruturantes para o concelho, os projectos e candidaturas aprovadas e em condições de dar início às obras”.
Em suma “Porto de Mós não precisa de pessoas que apenas sobressaem pela maledicência e não pela obra realizada”, sublinha.
Num misto de apresentação de algumas das suas obras mais emblemáticas e de respostas às críticas à forma como gere as prioridades, vindas do PSD, Salgueiro frisou que “a gestão das prioridades de um município tem de ser dinâmica e adaptar-se no dia-a-dia às necessidades das populações mas também às disponibilidades que nos surgem em termos de candidaturas aos vários fundos comunitários”.
Nesse sentido, “seria de desperdiçar financiamentos de 100 por cento para a extensão de saúde do Juncal e de 70 por cento para a Casa da Cultura de Mira de Aire, construção da 3ª fase da Zona Industrial de Porto de Mós, ou alargamento da Ponte de S. Pedro?”, questionou.
Certo de que “a população quer um concelho com que se identifique, de que se orgulhe e em que acredite”, disse que isso só é possível com o trabalho e a dedicação de “pessoas consistentes e dinâmicas”, e deixou expresso o seu desejo de contribuir para esse objectivo.
“Contem comigo para continuar a alargar a rede de saneamento tão deficitária, continuar a ampliar e, sobretudo, a requalificar a rede de abastecimento de água ao concelho; para não perder de vista verbas do quadro de apoio comunitário; continuar a construir ou requalificar centros escolares, terminar o PDM já em fase adiantada. Contem comigo para a defesa do património histórico do campo militar de S. Jorge mas também para defender o património da população aí residente”, disse.
O candidato “rosa” garantiu, ainda, que podem contar com ele para “continuar a apoiar sectores importantes como os da Cerâmica, Têxteis e Agro-Pecuária, indústria extractiva e transformadora da pedra; melhoria das acessibilidades do concelho e o aumento das oportunidades de emprego e investimento no concelho”.
João Salgueiro referiu que os jovens e as famílias podem contar com ele e a sua equipa “para a promoção de iniciativas que nos tragam mais e melhor educação, mais e melhor saúde, e para continuar a apoiar situações de extrema carência ao nível social e habitacional”.
Em contrapartida, disse que não contassem consigo para “política de baixo nível e manobras sujas como algumas que estão a vir ao de cima em alguns episódios recentes”, assegurando que “uma política de ataques pessoais, de dizer mal de tudo e de todos” não faz o seu estilo.

Mário Pragosa concorre à Assembleia Municipal

O Partido Socialista (PS) de Porto de Mós apresentou no dia 15 de Agosto, os seus candidatos à presidência da Câmara, Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia.
A apresentação teve lugar nas Piscinas Municipais e contou com mais de uma centena de convidados, entre os quais, o antigo secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Vítor Barros, e o “capitão de Abril”, Marques Júnior. A direcção nacional do PS esteve representada por Idália Moniz, actual secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação Social. A Federação Distrital do PS fez-se representar pelo presidente, João Paulo Pedrosa.
Há muito conhecido João Salgueiro como recandidato à Câmara foi confirmado o nome de Mário Pragosa, o médico militar, natural da Ribeira de Baixo, como candidato à Assembleia Municipal. António José Teixeira, professor, que trabalha no gabinete de apoio ao Governador Civil de Leiria é o mandatário da campanha.
 Nas Juntas, o PS apresenta-se com uma lista que sofre uma grande remodelação e em que a grande surpresa é João Manuel Coelho, actual presidente da Junta de Freguesia do Juncal eleito pelo PSD, que ao longo deste mandato esteve envolvido em várias polémicas e azedas discussões com João Salgueiro. Os socialistas concorrem a todas as Juntas e apoiam as listas de independentes de Serro Ventoso e São Bento.
João Paulo Pedrosa, reconheceu que “Porto de Mós é um concelho difícil para o partido, aliás, como todo o distrito”, mas, segundo ele “o facto da Câmara ser PS, significa que apesar das dificuldades temos pessoas que vão além daquilo que são as fronteiras do PS, que conseguem grangear na sociedade civil, junto dos independentes e de pessoas de outros partidos, a respeitabilidade e o reconhecimento das suas capacidades e do seu trabalho. Esse é o caso de João Salgueiro”, afirmou.
O também adjunto do Governador Civil de Leiria e antigo vereador da Câmara da Marinha Grande disse que ao contrário do seu concelho “que regrediu, vi Porto de Mós nestes quatro anos desenvolver-se” e o mérito será de João Salgueiro “trabalhador incansável, homem sério e integro, para quem se pode dizer que as 24 horas do dia não lhe chegam e que tem uma coisa fundamental em concelhos já com a dimensão do de Porto de Mós: tem uma visão para o futuro do concelho”, sublinhou.
Por sua vez, Idália Moniz traçou o retrato de Salgueiro, como alguém “sempre presente junto da população, conhecedor dos seus problemas e preocupado na sua resolução rápida. Um homem que estabelece “pontes” e que encarna o espírito do verdadeiro autarca”.
Aquele elemento do Governo, elogiou, ainda, a postura da Câmara na área social, considerando excelentes os dois projectos aprovados através do programa PARES e que trouxeram para o concelho “modernas unidades de apoio à infância e às crianças e jovens portadoras de deficiência, criando, ao mesmo tempo, postos de trabalho qualificado”.
Idália Moniz frisou que João Salgueiro é exemplo para os autarcas de todo o país enquanto “parceiro sempre presente e activo das entidades que trabalham na área social, na cultura e no desporto, criando condições para que os diferentes projectos tenham condições para se desenvolver”.

Os escolhidos para as Juntas

Alcaria – João Rosa (Vendedor)
Alqueidão da Serra – Rui Marto (Engenheiro)
Alvados – Hermano Carreira – (Reformado)
Arrimal – António Costa (Comerciante)
Calvaria de Cima – Hélder Paulino (Empresário)
Juncal – João Manuel Coelho – (Reformado)
Mendiga – Jorge Paulo – (Encarregado da construção civil)
Mira de Aire – Artur José – (Reformado)
Pedreiras – Vítor Semião –  (Reformado)
São João – Manuel Bártolo – (Reformado)
São Pedro – Luís Costa- (Bancário)
O PS apoia as listas de independentes candidatas às Juntas de São Bento e Serro Ventoso.
 

publicado por Portomosfera às 21:53

in jornal O Portomosense

Era candidata à Assembleia Municipal

ImageAntonieta Mariano, a delegada concelhia do CDS-PP, demitiu-se, na passada semana, de todo os cargos ocupados no partido e já não será a candidata à Assembleia Municipal de Porto de Mós.
Descontente com a forma como está a ser conduzido o processo eleitoral e o modo como foi tratada pelo partido, Antonieta Mariano decidiu demitir-se da estrutura local do CDS-PP. A decisão já terá sido comunicada, por carta, ao presidente do partido, Paulo Portas.
Questionada pelo nosso jornal, garante que, para já, não faz tenções de se desfiliar do CDS-PP mas confessa-se magoada.
Antonieta Mariano diz que ficou bastante desagradada com a postura assumida em várias situações pelo candidato à Câmara, Renato Cruz e pelo seu mandatário, nomeadamente, com o que classifica como “ocupação abusiva de um apartamento e a colocação de símbolos do partido no seu exterior”.
“Logo que me avisaram desta situação falei com a proprietária e pedi-lhe as maiores desculpas, explicando que esta não é a postura do partido pela qual dou a cara há 30 anos”, explica.
A responsável adianta, também, que se “demarca por completo” do texto publicado na nossa última edição, no espaço que O Portomosense cedeu a todas as comissões políticas concelhias para falarem sobre as autárquicas que se avizinham. Antonieta diz que este texto assim como outras acções foram feitas à sua revelia, não se revendo em absoluto em qualquer um a delas.
Sendo assim, e depois de “ter alertado o coordenador autárquico nacional e o responsável pela Distrital de Leiria sobre estas questões e de estes terem decidido avocar o processo “autárquicas” entregando a responsabilidade da elaboração das listas a Renato Cruz e ao seu mandatário, José Eduardo Santos”, a dirigente política, diz que não lhe restava outra hipótese que não demitir-se.

Demissão inevitável
“Dava a cara pelo partido mas não era informada de nada e quando tinha conhecimento não me revia de forma alguma nos actos realizados. Portanto, não quero o meu nome associado a algo que repudio e que nunca fez parte da minha postura nem da concelhia”, reforça.
Triste com o seu partido, elogia a postura dos candidatos à presidência da Câmara, João Salgueiro e Júlio Vieira. Em relação ao candidato do PS mostra-se grata por ter sido uma das pessoas que a avisou para algumas situações que poderiam pôr em causa a imagem do CDS a nível local. A Júlio Vieira reconhece “a postura correcta e amistosa ao procurar-me para deixar bem claro que, ao contrário do boato posto a circular, a sua candidatura não tinha feito qualquer tentativa de aliciamento de candidatos nossos, nem procurara prejudicar ou impedir que o CDS-PP concorresse”.
Antonieta Mariano diz que apesar de se ter demitido do CDS-PP, irá “continuar disponível para ajudar ao desenvolvimento do concelho, até porque o meu projecto de vida, o meu sonho para Porto de Mós vai mais além que os partidos políticos”, frisa.
publicado por Portomosfera às 21:45

in jornal O Portomosense

 

ImageTerminou na passada segunda-feira, 17, o prazo de entrega das candidaturas às eleições autárquicas de 11 de Outubro.
De acordo com o calendário eleitoral, na terça-feira, as listas de candidatos foram afixadas à porta do tribunal e no dia seguinte o juiz fez o sorteio das listas para determinar a ordem em que aparecerão no boletim de voto e comunicou os resultados à Comissão Nacional de Eleições (CNE), Secretariado Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral (STAPE) e governo civil.
Esta, é uma pequena etapa de um longo processo que só termina a 6 de Outubro, data em que acaba o prazo para a eventual desistência de listas candidatas.  Até lá, ainda há prazos para verificação da documentação entregue, reclamações, impugnações e eventuais substituições de candidatos.
Depois de cumpridos todos os trâmites legais, as listas definitivamente admitidas serão publicadas até dia 24 de Setembro, e afixadas, em edital, à porta dos edifícios dos tribunais de círculo, câmaras municipais e juntas de freguesia. A campanha tem a duração de 11 dias.
Nesta edição, avançamos os nomes dos primeiros sete cidadãos que integram as listas dos vários partidos que concorrem à Câmara Municipal de Porto de Mós.
Os dados foram fornecidos por cada comissão política partidária. O CDS-PP optou por indicar, apenas, o nome do seu cabeça-de-lista.

PS

João Salgueiro (Agente Técnico de Engenharia)
Albino Januário (Técnico Oficial de Contas)
Anabela Santos (Advogada)
Rui Neves (Professor)
Rita Cerejo ( advogada)
Fernando Monteiro (Desenhador)
Elsa Carvalho (Ajudante de Farmácia)


PSD

Júlio Vieira – (Profissional de Seguros)
Luís Almeida – (Técnico de Contas)
Maria José Carreira – (Educadora de Infância)
Gabriel Vala – (Empresário)
Carlos Alberto Gomes – (Administrador)
Ana Sofia Santo – (Engenheira)
Maria de Fátima Catarino – (Professora)

CDU

Luís Carreira – (Empresário)
João Crachat – (Empresário)
Maria do Rosário Ramos – (Técnica Adjunta Tributária Adjunta)
Joaquim Henriques e Sousa – (Aposentado)
Vítor Frazão – (Electricista)
Isaura Ferreira – (Professora aposentada)
João Pereira – (Aposentado)

CDS – PP

Renato Cruz – (Desenhador)

publicado por Portomosfera às 21:41

06
Ago 09

in jornal O Portomosense

Luís Carreira pela CDU e Renato Cruz pelo CDS

ImageLuísAntónio Carreira, 67 anos, empresário residente em Mira de Aire, vai ser o candidato à Câmara Municipal pela CDU. Por sua vez, António Ferraria, de São Bento, o “líder histórico” dos agricultores do distrito, volta a concorrer à presidência da Assembleia Municipal.
Luís Carreira é já presença habitual nas autárquicas em Porto de Mós. Em conversa com O Portomosense, confessa que já nem sabe bem quantas vezes se candidatou à câmara, mas apesar de nunca ter ganho, não é por isso que deixa de lutar por aquilo em que acredita, frisa.
O empresário justifica esta candidatura pela necessidade de haver no concelho uma voz alternativa ao  “bloco central” onde inclui PSD, PS e CDS-PP. Para o futuro candidato da CDU as coisas são muito claras: “é importante que as pessoas saibam que há uma alternativa a este “bloco central” e às muitas asneiras que fizeram durante estes últimos 30 anos ou mais. Há sempre uma alternativa, resta agora saber se as pessoas estão interessadas em experimentar um projecto novo ou não”, sublinha.
A grande prioridade de Luís Carreira caso seja eleito será levar o saneamento básico a todo o concelho. “É uma vergonha em pleno século XXI ainda haver várias zonas sem saneamento”, considera.
Esta semana também o CDS-PP tornou público o nome do seu candidato à câmara. Será Renato José Teixeira da Cruz, topógrafo, que trabalha na Câmara Municipal de Porto de Mós. Antonieta Mariano, a líder do CDS-PP local será a candidata à Assembleia Municipal.
Até ao fecho desta edição, e apesar das tentativas, não nos foi possível contactar Renato Cruz para saber também o que o levou a candidatar-se à câmara e a sua principal prioridade. Ficará, decerto para a próxima edição.
publicado por Portomosfera às 21:43

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